Rota Romântica, Rota da Uva e do Vinho e Campos de Cima da Serra.

“Belezas naturais de dia, lareira e romance à noite. Esse é o espírito da serra”

Se você também acha que viajar é participar da vida e dos hábitos dos locais, aí está o primeiro de muitos programas inspiradores e disponíveis para quem vai até a Serra Gaúcha. A culinária européia com ingredientes brasileiros. Só na Serra Gaúcha. A Serra tem a sofisticação do inverno, tem a rara neve, mas a geada e a densa neblina, já emprestam à paisagem um indiscutível charme invernal.

O mais reforçado dos cafés:
As casas eram distantes e os encontros, pouco freqüentes. Mas quando os colonos se reuniam em algum lugar, a dona da casa preparava tudo que sabia cozinhar e premiava os visitantes com fartura na mesa. Dizem que essa é a origem do café colonial, um hábito dos imigrantes alemães da Serra Gaúcha. E a partir dos anos 50, algumas famílias começaram a preparar o banquete para o consumo dos turistas. Hoje, é pecado vir até aqui e não experimentar um café colonial.

 
 


Ah, você esperava um fondue no lugar do chimarrão? É compreensível. A imagem mais conhecida dessa parte do Brasil é a do queijo derretendo-se deliciosamente em frente a uma lareira, numa casa de fachada alemã. Pois é essa mesma a cara de Gramado, Nova Petrópolis, Canela e outras comunidades que pertencem à região chamada região alemã da serra. Quem for até lá à procura de paisagem européia e gente loira arrastando os erres, como se faz na Bavária, não vai se decepcionar.

Na Serra Gaúcha, as atrações de Gramado, Canela e Nova Petrópolis, no lado Alemão das montanhas, são apenas o começo de uma grande viagem antropológica que se deve fazer nesse pedaço peculiar do Brasil que, por inexpugnáveis conjunções astrológicas, acabou se tornando uma colcha de retalhos de etnias, crenças, hábitos e, principalmente cozinhas diferentes – um substancioso omelete cultural que você precisa provar.

Na porção Italiana da Serra os vinhedos e as casas de pedra são o destaque. Saindo para os passeios, perdendo-se pelos chamados “caminhos da colônia”: Parreirais multicores cercados de araucárias e por intermináveis muros de pedras. Se preferir, recorra aos roteiros já traçados, nos arredores de Bento Gonçalves, há sete quilômetros que inclui propriedades originais, nos “Caminhos de Pedra”, na Colônia São Pedro. No caminho não deixe de ver a Cantina Strapazzon, que ainda produz bons vinhos e sucos. E no outro lado encontra-se o Vale dos vinhedos com suas inúmeras cantinas, adegas de vinhos e espumantes finos.

O trem da Serra: Havia uma linha de trem abandonada e locomotivas desativadas. Faltava criar um programa. Criou-se. Um velho trem que fez o trajeto de 23 quilômetros entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa. Movido a carvão e animado por tarantelas. O plano foi bem incrementado. Inclui degustação de champagne, queijos e vinhos, corais Italianos e fumaça genuína. É uma festa, um espetáculo cultural. Oitenta mil turistas fazem essa viagem a cada ano.

A Serra toda é Gaúcha. É possível ficar só na região alemã e voltar para casa com a sensação de missão cumprida. O mesmo raciocínio se aplica à parte Italiana, que se convencionou chamar-se de Rota da Uva e do Vinho. Ou, mesmo na parte gaúcha, chamada Campos de cima da Serra, diz respeito à imensa área que não sofreu influência dos imigrantes recentes e, portanto, ainda é terra das bombachas, das cordeonas e do fogo de chão. A chance de explorar três mundos tão distantes, numa única serra, torna essa viagem muito mais atraente. Você será sempre efusivamente recebido, quer numa pequena adega de vinhos em Bento Gonçalves, quer num galpão crioulo em São Francisco. A diferença é só de sotaque, rituais e infra-estrutura.

Chimarrão ao pé do fogo – Não pegue a cuia com a mão esquerda, porque significa que você não quer mais. Esse é só um dos muitos segredos do ritual do mate, praticado por dez entre dez gaúchos. A erva mate pode lhe parecer amarga, mas ao participar de uma roda dessas, você vai começar a se sentir em casa. Não deixe escapar a oportunidade de enverdecer-se por uma das muitas trilhas, entre as araucárias centenárias e as célebres hortênsias, que porém, só florescem na primavera. O dispêndio de energia será mais radical, se, ao visitar os belíssimos parques com lagos, as cascatas e Canyons. O bom é que vai sobrar apetite para você enfrentar galhardamente um churrasco na vala, prato típico Gaúcho Serrano.


É a partir de São Francisco de Paula, a 43 Km de Gramado que começa o Brasil castelhano dos gaúchos de gema. Se você quiser explorar os melhores segredos do campo do alto da serra com belíssimas paisagens, não deixe de conhecer um autêntico churrasco do Pomar Cisne Branco, assado na vala, um autêntico galpão crioulo, escala obrigatório.

Você mal saiu de um mundo e já está em outro!! É nessa região em Cambará do Sul que ficam os maiores canyons da América Latina, o Itaimbezinho e Fortaleza, nos parques aparados da Serra e Serra Geral.

Serra Gaúcha é compartilhar os hábitos da gente da terra, do vinho ao chocolate, do fondue ao chimarrão.

A HS Turismo deseja-lhes uma boa viagem.

 
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